

Na floresta verde mora Monba sem igual, metade macaco, metade chá especial. Na barriga transparente, bolinhas a brilhar, um chapéu de canudinho, sempre a encantar! Teco o dinossauro de boné virado atrás, Ali a passarinha cantando em paz. Lili coelhinha pula sem parar, e Guigo cavalinho adora brincar. Um dia Monba notou com emoção, suas bolinhas cresciam com cada boa ação! Quando ajudava alguém com o coração, mais bolinhas surgiam nessa transformação!

Ali voava triste, seu estômago a roncar, não tinha comidinha, onde iria achar? Monba viu a amiga tão triste a chorar, correu rapidinho para a ajudar. Abriu sua barriga de bolinhas sem fim, pegou as mais docinhas e ofereceu assim. Ali comeu feliz, cantou uma canção, e na barriga de Monba, que bela surpresa! Mais bolinhas surgiram com essa decisão, gentileza é mágica de pura emoção!

Guigo cavalinho brincava no chão, caiu numa poça, que grande confusão! Todo sujo de lama da cabeça ao rabinho, chorava envergonhado, o pobre cavalinho. Monba chegou perto com um sorriso gentil, pegou água limpinha de um riacho sutil. Lavou seu amigo com todo o carinho, secou com folhinhas o doce cavalinho. Guigo relinchou feliz, voltou a sorrir, e as bolinhas de Monba começaram a surgir!

Lili coelhinha queria um presente especial, uma florzinha bonita para o festival. Procurou na floresta, não conseguiu achar, sentou-se cansada, ia desanimar. Monba viu a tristeza em seu olhar tão triste, pegou flores coloridas, quantas existem! Fez um buquê lindo com laço de cipó, Lili pulou de alegria, não estava mais só. Abraçou o amigo com gratidão sincera, e na barriga dele, magia acontecera!

Teco dinossauro adorava seu boné virado, mas o vento forte deixou-o assustado. O bonezinho voou para cima de uma árvore alta, Teco tentou subir, mas não tinha essa malta. Monba pulou nos galhos com agilidade, usou seu rabo longo com habilidade. Alcançou o boné e desceu com cuidado, devolveu para Teco que ficou emocionado. O amigo robótico agradeceu de coração, e cresceram bolinhas nessa celebração!

Os amigos queriam cruzar o riacho azul, mas a ponte quebrou, que problema cruel! Ali não podia voar todos juntos no ar, e Guigo tinha medo de na água entrar. Monba pensou bem numa solução genial, juntou galhos e cipós do bosquereal. Construiu uma ponte forte e segura, trabalhando com amor e ternura. Todos atravessaram cantando felizes, e as bolinhas mágicas brilharam como narizes!

Choveu forte e Ali se molhou todinha, tremendo de frio, a pobre passarinha. Seu ninho encharcado não tinha mais abrigo, Monba viu o problema e pensou consigo. Pegou folhas grandes de bananeira verdinha, construiu um telhado para a amiguinha. Forrou com musgos macios e quentinhos, fez um ninho novo, cheio de carinhos. Ali se aqueceu, dormiu tranquilinha, e as bolinhas cresceram nessa atitude tão lindinha!

Lili plantou cenouras com muito esmero, mas esqueceu o lugar, ficou em desespero! Procurou no jardim da manhã até o fim do dia, Monba viu sua angústia e logo corria. Usou seu nariz de macaco especial, farejando o chão do horto natural. Encontrou as cenouras embaixo do pinheiro, Lili deu pulinhos, que momento sincero! Dividiu as cenouras com todos os amigos, e Monba ganhou bolinhas, que presente queridos!

Teco tentava consertar sua invenção moderna, mas as pecinhas caíam, que situação externa! Frustrado e triste, ia desistir da criação, Monba sentou ao lado com dedicação. Com paciência ajudou a juntar cada peça, organizou as ferramentas com destreza. Juntos terminaram a máquina brilhante, Teco sorriu agradecido nesse instante. A invenção funcionou com som divertido, e as bolinhas surgiram, Monba foi aplaudido!

Os amigos fizeram um piquenique legal, mas a comida acabou, momento crucial! Apareceu Dona Coruja com seus filhotinhos, todos com fome, três pequenininhos. Monba não pensou duas vezes, que beleza, abriu sua barriga com toda certeza. Compartilhou bolinhas doces e saborosas, mesmo ficando com menos dessas coisas preciosas. Todos comeram felizes no gramado florido, e a barriga de Monba ficou mais cheia que o previsto!

Uma tempestade chegou com vento e trovão, todos os amigos sentiam aflição! A casa de Guigo estava para desmoronar, Monba correu para poder ajudar. Chamou Teco, Ali e Lili também, trabalharam unidos, ninguém ficou refém. Seguraram as paredes, amarraram com cipó, protegeram o lar até passar o pó. Quando o sol voltou a brilhar no céu, as bolinhas de Monba encheram como mel!

Monba olhou sua barriga toda preenchida, de bolinhas coloridas, cada uma merecida! Chamou todos os amigos para uma celebração, compartilhando bolinhas e amor do coração. Ali cantou melodias, Teco trouxe invenção, Lili dançou feliz, Guigo pulou sem contenção. Aprenderam que gentileza é mágica de verdade, quanto mais se dá, mais cresce a felicidade! A floresta brilhava com risos e alegria, e as bolinhas de Monba multiplicavam todo dia!
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